Dança das cadeiras: Brasiliense troca técnico, tira Winck do Anápolis e Galo reage com Ângelo Luiz
A dança das cadeiras no comando técnico ganhou força mesmo fora do período de jogos e movimentou clubes de Goiás e do Distrito Federal nos últimos dias. Em um intervalo curto de tempo, três equipes mexeram em suas comissões técnicas, redesenhando o cenário para a temporada 2026.
Dança das cadeiras muda comandantes em Goiás e no DF

Lúcio Flávio — Foto: Wigor Vieira/Aparecidense
A dança das cadeiras começou no Distrito Federal. O Brasiliense encerrou de forma precoce a passagem de Lúcio Flávio. Anunciado em setembro para liderar o projeto do Jacaré em 2026 — que inclui Campeonato Brasiliense, Copa do Brasil e Série D — o treinador não resistiu ao desempenho na pré-temporada. Nos bastidores, o que pesou para a saída foram os resultados dos amistosos preparatórios. O Brasiliense entrou em campo três vezes até agora, com derrotas para Goiatuba e URT, além de um empate diante da Jataiense.

Luiz Carlos Winck – Foto: Anápolis
A resposta do Jacaré veio rapidamente. O clube acertou a contratação de Luiz Carlos Winck, que estava no Anápolis. A saída do treinador do Galo da Comarca foi oficializada pelo próprio clube goiano. Em comunicado, o Anápolis informou que Luiz Carlos Winck acionou a cláusula de rescisão contratual, efetuando o pagamento da multa prevista em contrato, o que liberou o profissional para acertar com o Brasiliense.

Ângelo Luiz – Foto: Divulgação/Abecat
Com a saída de Luiz Carlos Winck, o Anápolis também agiu de forma imediata no mercado e anunciou Ângelo Luiz, ex-Abecat, como novo comandante. A mudança fecha a dança das cadeiras que altera o planejamento de três clubes diferentes em pleno mês de dezembro, evidenciando como o início da pré-temporada já começa a definir caminhos e corrigir rotas para 2026. Ângelo Luiz foi o treinador do Anápolis no último Goianão, se sagrando campeão do interior e sendo vice-campeão Goiano.