Mozart

Após derrota do Goiás, Mozart explica ausência de Lucas Lima e escolhas na partida

Por: Ygor Oliveira 07 set 2026, 09:45

O Goiás foi derrotado pelo Fortaleza por 1 a 0 neste sábado, na Serrinha, em partida marcada pela expulsão de Luiz Felipe aos 13 minutos do primeiro tempo. Com um jogador a menos durante praticamente todo o confronto, o time esmeraldino precisou mudar a estratégia para tentar equilibrar o duelo.

Mozart explica mudanças no Goiás

Goiás

Foto: Rosiron Rodrigues/GEC

Logo após a expulsão, Mozart retirou o atacante Felipe Clemente e colocou o zagueiro Ramon. A alteração fez o Goiás passar a atuar com uma linha de cinco defensores, enquanto Luizão continuou improvisado na lateral direita. Para o treinador, a equipe conseguiu se comportar bem mesmo em desvantagem numérica.

Na avaliação de Mozart, o Fortaleza teve poucas oportunidades claras além do lance que terminou no gol. O técnico também destacou os contra-ataques criados pelo Goiás e considerou que o time poderia ter saído na frente mesmo com um jogador a menos.

A primeira mudança, eu não sei se vocês se lembram, mas foi por conta de termos um jogador expulso aos 12 minutos. Sendo assim, optei por fazer uma linha de cinco atrás e manter três jogadores no meio. Tirando o gol que nós tomamos em um rebote, eles não chutaram no nosso gol, enquanto tivemos contra-ataques em que poderíamos até ter saído na frente — explicou.

Lucas Lima fica fora até do banco

Goiás

Foto: Rafael Vieira/CNC

Outra decisão que chamou atenção foi a ausência de Lucas Lima. O meia não começou entre os titulares e também não apareceu entre os reservas para a partida contra o Fortaleza. Mozart explicou que a escolha foi baseada no rendimento apresentado pelos jogadores durante os treinamentos da semana.

Hoje eu tenho cinco meias no elenco e convoco quem eu penso que está entregando mais durante a semana. Eu assisto aos treinos, gravo todos eles justamente para tomar a melhor decisão — afirmou o treinador.

Apesar da derrota, Mozart mantém a perspectiva de briga pelo acesso. O Goiás ainda terá 12 partidas pela frente na Série B e, segundo o técnico, a equipe precisa deixar o resultado contra o Fortaleza para trás e concentrar as atenções no próximo compromisso.

O próximo desafio será justamente diante do Vila Nova, em mais um clássico goiano. Para Mozart, a partida exige atenção especial pelo peso que tem para os dois lados e pelas consequências que o confronto pode trazer na reta final da competição.

O que nos faz sonhar é que ainda temos 12 jogos, 36 pontos pela frente. Agora precisamos nos preparar para o clássico, que é um jogo que movimenta muito as torcidas, e pensar jogo a jogo, como sempre foi — disse.

Comentários

  1. João Rossi Neto disse:

    Mozart, você afirmou que assiste aos treinos e coloca os melhores : ou você està com distorção visual (vesgo) ou não entende nada de futebol.
    Se fosse mesmo por mérito e produtividade, não escalaria o Cadu-mineiro, Juninho, Jean Carlos, Luisão, Nícolas, Marcos Vínicius e Felipe Clemente, todos muito ruins.
    Esse Felipe, recém chegado, jogou uma vez e já provou que é fraco e foi uma aposta errada.
    No Goiás, aproveita-se o Tadeu, Felipe Machado, Lucas Rodrigues e Lourenço, o resto é madeira de dar em doido, ou seja, imprestáveis.
    Vocé poderia ser o melhor técnico do mundo que não faria esse grupo jogar bem, tudo por falta de qualidade técnica, mas como é um treinador fraco, a coisa vai de mal a pior!
    Pode ser que entregará o verdão na série C, uma vez que derrota atrás de derrota é um indicativo perfeito para isso.
    Agora, a culpa não é toda sua, porquanto a Diretoria te contratou, e trouxe esse elenco mulambento! O Goiás é um caso perdido!Pode fechar as portas, como fez o Goiânia!

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