Goiás pode antecipar até R$ 22,5 milhões em acordo que envolve naming rights, camisa e obras na Serrinha
O Goiás segue avançando nas negociações para fechar um dos maiores acordos comerciais de sua história. De acordo com informações apuradas pelo jornalista Edson Júnior, da Rádio CBN Goiânia, o contrato em discussão vai além da venda dos naming rights do Estádio Hailé Pinheiro e prevê uma parceria de três anos e meio com uma empresa norte-americana do setor da construção civil, instalada no Brasil.
Valores variam conforme a divisão e Goiás tenta antecipação

Foto: Rosiron Rodrigues
Pelo modelo negociado, o contrato terá duração de três anos e meio, começando agora na segunda metade de 2026 e seguindo até o fim de 2029. A remuneração será variável conforme a divisão em que o Goiás estiver disputando o Campeonato Brasileiro: R$ 15 milhões por temporada na Série B e R$ 30 milhões por temporada na Série A.
Como o vínculo começaria ainda neste segundo semestre de 2026, o clube teria direito inicialmente a cerca de R$ 7,5 milhões, valor proporcional aos seis meses restantes do ano. Além disso, a diretoria trabalha para antecipar também a receita prevista para 2027, que seria de R$ 15 milhões, caso o Goiás permaneça na Série B. Com isso, o clube poderá receber aproximadamente R$ 22,5 milhões já neste momento, reforçando o caixa para a sequência da temporada.
A parceria não se limita aos naming rights da Serrinha. A empresa também deve ocupar espaços na camisa do Goiás, placas de publicidade e outras propriedades comerciais do clube. Por isso, a diretoria esmeraldina conduz as negociações buscando compatibilizar o novo acordo com os contratos de patrocinadores que já fazem parte da carteira comercial do clube. A expectativa é de que os detalhes da parceria sejam definidos nos próximos dias e, posteriormente, oficializados pelo Goiás.