Capitão do Goiás, Tadeu cobra reação rápida e garante grupo fechado com Daniel Paulista
A trajetória de Tadeu no Goiás ganhou um novo capítulo simbólico em 2026, justamente no momento em que o clube busca reagir na temporada. Sete anos após estrear com a camisa esmeraldina na vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, no Maracanã, em 28 de abril de 2019 — partida marcada por um pênalti defendido — o goleiro segue como referência do elenco e, nesta temporada, conquistou o primeiro título goiano da carreira.
Tadeu cobra reação do Goiás, celebra marca pelo clube e garante respaldo ao técnico Daniel Paulista

Foto: DIvulgação/GEC
Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, o capitão valorizou a longevidade no clube e o peso dessa marca dentro da sua trajetória.
Para mim é um privilégio. Não é comum ficar tanto tempo em um clube, ainda mais de um tamanho como o Goiás. Sempre pensei em ter uma carreira longa em um lugar só, e estou vivendo algo raro no futebol – afirmou.
O momento atual, porém, é de pressão. O Goiás chega para o próximo compromisso sem vencer há quatro partidas, acumulando três derrotas na Série B e um empate por 2 a 2 com o Cruzeiro pela Copa do Brasil. Às vésperas do duelo contra o Fortaleza, Tadeu cobrou uma mudança de postura da equipe e reforçou a necessidade de reação imediata.
A confiança continua. Precisamos voltar a vencer o quanto antes, com mais imposição. Sabemos da nossa obrigação de estar na parte de cima da tabela – disse.
Mesmo diante das críticas recentes ao técnico Daniel Paulista, o goleiro fez questão de destacar o posicionamento interno do grupo e dividir a responsabilidade pelos resultados.
Estamos fechados com ele. Nós, jogadores, é que precisamos dar a resposta em campo. A responsabilidade é de todos. Quando vence, o mérito é coletivo; quando perde, também tem que ser – completou.
O Goiás volta a campo no sábado, às 20h30, contra o Fortaleza, na Arena Castelão, pela sétima rodada da Série B, em um cenário que exige resposta imediata para interromper a sequência negativa e reposicionar a equipe na competição.
Tadeu, o técnico Daniel não entra em campo para jogar e o grupo estar fechado com ele é ótimo, mas não resolve bulhufas, visto que a solução do problema tem que vir dos jogadores e esse elenco é muito fraco, na defesa e o ataque é inexistente, por falta de boas peças.
Como o balanço financeiro teve um déficit de R$ 98.1 milhões, em 2025, o ano de 2026 nasceu natimorto,ou seja, sem dinheiro para cercar o padeiro, e não contrataram zagueiros e laterais de nome, como também não trouxeram atacantes de beiradas qualificados.
Assim, com as limitações financeiras, estão utilizando os anti-atacantes que têm no elenco e, convenhamos, com eles, é caixão na certa, pois , extrair o que de um Pedrinho, Esli Garcia, Breno Sávio, Jean Carlos, Anselmo, em fim de carreira, Kadu do Anápolis e Cadu de Minas, o desastre da série C é uma garantia anunciada, sobretudo porque não se pode fazer mais nada, já que a janela para reforços se abre a partir de 20/07 e até lá o Goiás desceu para a C.