Copa do Mundo Feminina 2027: Edina Alves segue na corrida para atuar no Mundial do Brasil
A árbitra brasileira Edina Alves Batista continua no processo de preparação da FIFA visando a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil. A informação foi revelada nesta terça-feira (26) por Rodrigo Cintra, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, durante o “1º Summit FGF Academia: Da Regra à Informação”, realizado em Goiânia.
Árbitra brasileira continua no processo da FIFA visando a Copa do Mundo Feminina 2027

Foto: Cesar Greco/Palmeiras
Segundo Rodrigo Cintra, a FIFA comunicou nesta semana a continuidade de Edina Alves no ciclo de preparação para o Mundial de 2027. O dirigente também destacou que, neste momento do processo brasileiro, apenas mulheres integram o grupo de arbitragem monitorado para a competição, aumentando a possibilidade de o Brasil contar com ao menos uma equipe totalmente feminina na Copa do Mundo Feminina de 2027.
Edina Alves é hoje um dos maiores nomes da arbitragem mundial. Natural de Goioerê, no interior do Paraná, a árbitra atua vinculada à Federação Paulista de Futebol (FPF) e integra o quadro da FIFA desde 2016. Aos 46 anos, acumula experiência em competições nacionais e internacionais importantes.
A brasileira já trabalhou em duas edições da Copa do Mundo Feminina, em 2019 e 2023, além dos Jogos Olímpicos e do Mundial de Clubes da FIFA. Em 2023, Edina se tornou a árbitra brasileira com mais jogos em Copas do Mundo, entre homens e mulheres, ao alcançar oito partidas em Mundiais.
A trajetória da árbitra também é marcada por feitos históricos. Em 2021, ela se tornou a primeira mulher a apitar uma partida de um torneio masculino organizado pela FIFA, durante o Mundial de Clubes disputado no Catar. Também foi pioneira em clássicos e finais do futebol masculino brasileiro.
Além do reconhecimento internacional, Edina aparece constantemente entre os principais nomes da arbitragem feminina do mundo e segue como uma das referências da FIFA para grandes competições. A possibilidade de participar da Copa do Mundo Feminina de 2027, justamente em território brasileiro, reforça ainda mais o protagonismo da árbitra dentro do cenário internacional.
