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Capitão do Goiás, Tadeu chegará a marca de 400 jogos nesta sexta-feira: “Motivo de orgulho”

Por: Ygor Oliveira 27 ago 2026, 18:17

O goleiro Tadeu está prestes a alcançar uma marca histórica com a camisa do Goiás. Nesta sexta-feira (28), diante do São Bernardo, na Serrinha, o capitão esmeraldino completará 400 jogos pelo clube. Aos 34 anos, o jogador está no Goiás desde 2019 e se consolidou como um dos principais símbolos da equipe nas últimas temporadas.

Tadeu comemora nova marca pelo Goiás

Goiás

Foto: Rosiron Rodrigues/GEC

Em entrevista antes da partida, Tadeu destacou o significado de atingir a marca e manifestou o desejo de seguir ampliando o número de jogos pelo clube. O goleiro também ressaltou a longevidade da passagem pelo Goiás, algo que considera cada vez menos comum no futebol atual.

Vai ser um dia muito especial, atingir uma marca que poucos atletas conseguiram. No futebol atual, não é comum passar tanto tempo em um clube. É motivo de orgulho. Tenho sete anos aqui e ainda lembro de cada detalhe da primeira partida. Isso me deixa muito satisfeito e empolgado para aumentar essa marca – afirmou.

A comemoração, porém, acontece em um momento de pressão para o Goiás na Série B. O time está fora do G-6, cinco pontos atrás da zona de classificação, e não vence há três partidas. Para Tadeu, o confronto com o São Bernardo pode representar o começo de uma reação na reta final da competição.

O acesso é o principal objetivo. Não se pode descartar um clube como o Goiás na luta pelo acesso. O momento diz o contrário, mas é dentro de campo que se reverte uma situação na qual nós colocamos. Não tem outra maneira de encarar os jogos que não seja como final de campeonato. Esse jogo é fundamental para começarmos uma arrancada – disse.

Além da situação dentro de campo, o capitão também comentou o momento vivido pelo Goiás fora das quatro linhas. O clube enfrenta dificuldades para cumprir compromissos salariais e convive com alguns atrasos. Tadeu ressaltou a importância da união entre jogadores, funcionários e dirigentes para atravessar o período.

Esse momento é delicado e difícil. Talvez, na história do clube, não tenha passado por algo assim. Nós, jogadores mais experientes, ajudamos oferecendo apoio aos atletas e também aos funcionários, que são os que mais sofrem em um momento como esse. A gente precisa dar as mãos, precisamos estar juntos de fato – afirmou.

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