Rodrigo Soares chega ao Goiás com discurso de título e projeta temporada vitoriosa no Goianão
O Goiás apresentou nesta terça-feira o lateral-direito Rodrigo Soares, que chega ao clube com discurso alinhado à tradição esmeraldina e à necessidade de resultados imediatos. Aos 32 anos, o jogador desembarca no Serrinha após passagem pelo Novorizontino e traz no currículo experiências por clubes como Atlético-GO, Juventude, Grêmio Anápolis, além de períodos no futebol de Portugal e da Grécia.
Rodrigo projeta temporada pelo Goiás

Foto: Rosiron Rodrigues/GEC
Durante a apresentação, Rodrigo deixou claro que o elenco inicia a temporada com metas bem definidas e com a cobrança natural de quem veste a camisa do Goiás. O lateral ressaltou a importância de um começo forte no Campeonato Goiano e colocou o título estadual como objetivo central.
Eu espero que seja uma passagem extremamente vitoriosa. Temos objetivos claros pré-determinados. Queremos começar muito bem o Campeonato Goiano. Não podemos ter outro objetivo que não seja o título. Isso já seria começar o ano de uma maneira boa – afirmou.
O jogador também projetou o restante do calendário e destacou que o desempenho no estadual pode servir como base para os desafios nacionais.
Depois vem Copa do Brasil e Série B para subir o clube. No fim do ano, esperamos construir uma bela história. O trabalho é para isso e a cobrança, também. Sabemos da responsabilidade que temos aqui no clube – completou.
No elenco, Rodrigo Soares chega para disputar espaço com Diego Caito, atleta formado nas categorias de base do Goiás. O novo lateral valorizou a concorrência interna e avaliou que a disputa saudável tende a fortalecer o grupo ao longo da temporada.
Acho que isso é extremamente importante dentro de um grupo. Ter jogadores de bom nível. Isso só eleva o nível do grupo – disse.
Rodrigo também elogiou o companheiro de posição e destacou que a competitividade diária evita acomodação.
Acompanho o Diego desde o ano passado. A gente se enfrenta, estuda os adversários. Então, eu já conhecia. Sei que é um bom rapaz. Nos treinos, a gente vê que é um jogador de bom nível. Isso eleva o nível dos dois. Não permite zona de conforto e eleva o nível da posição – concluiu.